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	<title>TKRA</title>
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	<description>Serviços de Contabilidade</description>
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	<title>TKRA</title>
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	<item>
		<title>Confira as 10 atividades que mais geram empregos entre os pequenos negócios</title>
		<link>https://tkracontabilidade.com.br/confira-as-10-atividades-que-mais-geram-empregos-entre-os-pequenos-negocios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[zweiarts]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Oct 2022 16:49:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Área Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O levantamento foi feito pelo Sebrae a partir de dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged)</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O levantamento foi feito pelo Sebrae a partir de dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged)</p>
<p>O Sebrae identificou as dez atividades econômicas que mais geraram empregos formais no Brasil entre as micro e pequenas empresas (MPE). No topo da lista está a construção de edifícios, com quase 98 mil postos de trabalho criados no ano, seguido por restaurantes e outros estabelecimentos de serviços de alimentação e bebidas, com 71,9 mil vagas.</p>
<p>O levantamento foi feito a partir dos dados do Sistema do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e considera o acumulado do ano, até agosto de 2022.</p>
<p>Os números revelam ainda que outras atividades relacionadas à construção e negócios do ramo da educação destacam-se como os grandes geradores de oportunidades de emprego entre os pequenos negócios.</p>
<p>Os serviços de engenharia e os serviços especializados para construção aparecem em 6º e 7º lugares, respectivamente, contabilizando 24,7 mil e 24,2 mil vagas de trabalho, nessa ordem.</p>
<p>Por sua vez, as atividades relacionadas à educação também aparecem mais de uma vez na lista. A educação infantil (creche) criou 25,5 mil vagas no período, ficando em 5º lugar; a educação infantil (pré-escola) rendeu 23,1 mil novas vagas (9º lugar); e o ensino fundamental registrou 23 mil vagas (10º lugar).</p>
<p>No acumulado do ano, o Brasil já supera a marca de 1,8 milhão de empregos gerados, sendo as micro e pequenas empresas responsáveis por 1,3 milhão (71,7%). Por outro lado, as médias e grandes empresas criaram 400 mil (21,5%) postos de trabalho.</p>
<p>Confira abaixo a lista das dez atividades econômicas que mais geraram empregos entre as micro e pequenas empresas no acumulado do ano até agosto:</p>
<p>1 – <strong>Construção de edifícios</strong> – 97,7 mil</p>
<p>2- <strong>Restaurantes e outros estabelecimentos de alimentação</strong> – 71,9 mil</p>
<p>3 – <strong>Transporte de carga rodoviária</strong> – 43,4 mil</p>
<p>4 – <strong>Serviços combinados de escritório e administrativo</strong> – 29,7 mil</p>
<p>5 – <strong>Educação infantil (creche)</strong> – 25,5 mil</p>
<p>6 – <strong>Serviços de engenharia</strong> – 24,7 mil</p>
<p>7 – <strong>Serviços especializados para a construção</strong> – 24,2 mil</p>
<p>8 – <strong>Atividades de atenção ambulatorial médicos/odontólogos</strong> – 23,7 mil</p>
<p>9 – <strong>Educação infantil (pré-escola)</strong> – 23,1 mil</p>
<p>10 – <strong>Ensino fundamental</strong> – 23 mil empregos</p>
<p>Fonte: FENACON.</p>
<p>Publicado originalmente no <a href="https://fenacon.org.br/noticias/confira-as-10-atividades-que-mais-geram-empregos-entre-os-pequenos-negocios/" target="_blank">link</a>.</p>
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		<item>
		<title>Confira 4 plataformas gratuitas de educação para empreendedores</title>
		<link>https://tkracontabilidade.com.br/confira-4-plataformas-gratuitas-de-educacao-para-empreendedores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[zweiarts]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2022 13:45:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fique por dentro de oportunidades gratuitas que podem aprimorar seu negócio e auxiliar no preparo da sua equipe.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Fique por dentro de oportunidades gratuitas que podem aprimorar seu negócio e auxiliar no preparo da sua equipe.</em></p>
<p>Empreender se tornou um dos principais sonhos dos brasileiros e tem sido uma saída para milhões de pessoas em momentos de incertezas, como a pandemia de Covid-19, quando o desemprego atingiu níveis recordes no país e no mundo.</p>
<p>Quem começa um novo negócio muitas vezes entende que é preciso desenvolver competências multidisciplinares para conseguir fazer uma boa gestão e manter seu negócio saudável.</p>
<p>Essas habilidades podem ser adquiridas com a experiência no mercado de trabalho, mas são fomentadas especialmente por meio da educação.</p>
<p>Com a internet, hoje é possível encontrar uma série de conteúdos e dicas para quem quer aprender algo novo, assim como para quem inicia um novo projeto e precisa de noções básicas de empreendedorismo, administração ou marketing, por exemplo.</p>
<p>Confira lista de 5 plataformas de educação para ajudar gestores de pequenas e médias empresas na qualificação para os negócios:</p>
<h3>1. Sebrae</h3>
<p>O <a href="https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/cursosonline" target="_blank">Sebrae</a> oferece cursos gratuitos online e com certificado para os empreendedores. Os assuntos variam muito, mas entre os principais temas que as pequenas e médias empresas precisam saber, estão: empreendedorismo, finanças, inovação, legislação, organização, recursos humanos e planejamento. Além de diversos cursos, o conteúdo pode ser acessado remotamente via o App do Sebrae.</p>
<h3>2. FGV &#8211; Cursos gratuitos</h3>
<p>A <a href="https://educacao-executiva.fgv.br/cursos/gratuitos" target="_blank">FGV</a> é parceira do Open Education Global (OEG) e possui uma variedade de cursos gratuitos, que abrangem um amplo portfólio em diferentes áreas de conhecimento, com diversas cargas horárias, e oferecem conteúdo atual e relevante para quem busca qualificação profissional ou conhecimento sobre algum assunto específico.</p>
<p>Contam com web aulas gravadas em plataforma multimídia e disponibilizam certificado de participação.</p>
<h3>3. Senai</h3>
<p>O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) também oferece cursos gratuitos online pelo <a href="https://loja.mundosenai.com.br/to/searchbar/index/result/modalidade/55/" target="_blank">Mundo Senai</a>, com capacitações para empreendedores, ensinando a fazer plano de negócios e gerenciamento de micro e pequenas empresas.</p>
<p>Além de cursos focados para os donos dos negócios, existem aulas variadas que podem ajudar os funcionários a se aprimorarem.</p>
<h3>4. Google Ateliê Digital</h3>
<p>O próprio Google oferece alguns cursos gratuitos e online, que podem ser acessados por <a href="https://learndigital.withgoogle.com/ateliedigital/courses" target="_blank">aqui</a>. No Google Ateliê Digital existem diversos conteúdos de aprendizagem gratuitos que ajudarão a expandir os negócios ou alavancar a carreira.</p>
<p>Fonte: Portal Contábeis.</p>
<p>Publicado originalmente no <a href="https://www.contabeis.com.br/noticias/52200/plataformas-de-educacao-que-todo-empresario-deve-conhecer/?utm_source=conteudo&amp;utm_medium=lista&amp;utm_campaign=Home" target="_blank">link</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Google oferece selo LGBTQ+ para empresas no Maps e nas buscas</title>
		<link>https://tkracontabilidade.com.br/google-oferece-selo-lgbtq-para-empresas-no-maps-e-nas-buscas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[zweiarts]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jul 2022 14:03:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A nova medida do Google será realizada nos Estados Unidos e chega para comemorar o mês do Orgulho LGBTQIA+</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2020, o Google adicionou um recurso para identificar negócios criados por negros nos Estados Unidos — assim, ao buscar ou pesquisar no Maps, uma mensagem era exibida para mostrar apoio à comunidade. Agora, o Google está realizando uma estratégia semelhante, mas para destacar as empresas criadas por pessoas LGBTQ+.</p>
<p>A nova medida do Google será realizada nos Estados Unidos e chega para comemorar o mês do Orgulho LGBTQIA+, que acontece no mundo todo no mês de junho. Assim, os comerciantes poderão adicionar um selo de LGBTQ+ exibido nas pesquisas do Google ou no Maps.</p>
<p>O selo de identidade se junta a outras opções que estão disponíveis no Google, como propriedades de veteranos de guerra, de mulheres, de negros, de latinos, e agora do público LGBTQ+. Assim, aqueles que pesquisam podem encontrar e apoiar esses negócios mais facilmente.</p>
<h3>Comunidade LGBTQ+</h3>
<p>Também é possível usar diferentes selos em um mesmo negócio, por exemplo, uma mulher negra e latina da comunidade LGBTQ+ pode usar todas essas identificações em seu perfil no Google.</p>
<p>Mundialmente, existem milhares de empresas diversificadas que estão cadastradas no Google e a nova iniciativa já permite que os usuários identifiquem suas empresas como parte da comunidade LGBTQ+. Vale lembrar que no Brasil, o processo de cadastro e atualização de informações já está sendo testado com o Google Duplex.</p>
<p>Fonte: Tec Mundo</p>
<p>Disponível originalmente no <a href="https://www.tecmundo.com.br/internet/240766-google-oferece-selo-lgbtq-empresas-maps-buscas.htm" target="_blank">link</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Autônomo: saiba quando vale a pena ser pessoa física ou jurídica</title>
		<link>https://tkracontabilidade.com.br/autonomo-saiba-quando-vale-a-pena-ser-pessoa-fisica-ou-juridica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[zweiarts]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jul 2022 13:58:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[MEI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O profissional autônomo deve avaliar questões como tipo de serviço e faturamento.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O profissional autônomo deve avaliar questões como tipo de serviço e faturamento.</em></p>
<p>É comum que profissionais autônomos fiquem em dúvida sobre a necessidade de abrir uma empresa e se tornar uma pessoa jurídica (PJ) ou permanecer como pessoa física (PF).</p>
<p>Na realidade, isso depende de fatores como margem de lucratividade, despesas da atividade exercida e impostos que serão cobrados.</p>
<p>O professor de ciências contábeis da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e sócio da Lacerda Gama Advogados Associados, Fabrício Costa Resende de Campos, afirma que é possível basear a tributação como pessoa física, utilizando a contabilidade do livro-caixa, documento usado para registrar a entrada e saída de dinheiro da empresa, caso o contribuinte deseje.</p>
<p>Já quem é PJ, deve analisar qual regime tributário mais se adequa aos seus serviços. A empresa do Simples Nacional, por exemplo, precisa estar dentro do faturamento de até R$ 360 mil em 12 meses. Já o Lucro Presumido, para o especialista, é uma cobrança mais simples e o faturamento pode chegar à R$ 78 milhões anuais.</p>
<h3>Pessoa física</h3>
<p>Supondo que um profissional autônomo tenha um faturamento de R$ 10 mil mensais brutos e despesas profissionais (aluguel, internet etc) de R$ 4.000, é possível imaginar os seguintes cenários:</p>
<p>Possibilidade 1: Tributo sem utilização do livro-caixa: encargo mensal do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) seria de R$ 1.880,64 (alíquota efetiva de 18,8%). A alíquota é a base para o cálculo do imposto.</p>
<p>Possibilidade 2: Tributo com utilização do livro-caixa: aqui é considerada somente a margem de lucro (no caso, R$ 6.000), então o IRPF é de R$ 780,64 (com uma alíquota efetiva de 13,01%).</p>
<h3>Profissional autônomo PJ</h3>
<p>Possibilidade 1: Se a modalidade de impostos for o Simples Nacional, a tributação aproximada é de R$ 600 (6% sobre a receita bruta), o que já engloba todos os tributos envolvidos.</p>
<p>Possibilidade 2: Na forma de cobrança de impostos chamada Lucro Presumido, a alíquota efetiva de 14,53% envolve Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) , Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) , Prorama de Integração Social (PIS) e Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) , que representam o total de R$ 1.453 sobre a renda do autônomo.</p>
<p>O professor Campos alerta que a comparação teve base nas atuais normas tributárias existentes e que se deve ter cuidado com os exemplos, pois os resultados das cobranças de impostos podem impactar na economia fiscal dependendo das mudanças dos valores considerados.</p>
<h3>Profissional autônomo pessoa jurídica MEI</h3>
<p>Se o empreendedor tem um faturamento de até R$ 81 mil por ano, o que equivale a R$ 6.750 por mês, ele pode se encaixar no Microempreendedor Individual (MEI) , que deve pagar apenas o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS). O valor, que é mensal, difere dependendo das categorias.</p>
<ul>
<li>Comércio ou indústria, R$ 60,60;</li>
<li>Prestação de serviços, R$ 65,60;</li>
<li>Comércio e serviços, R$ 66,60.</li>
</ul>
<h3>Cobranças</h3>
<p>Para o professor de ciências contábeis da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Murillo Torelli, uma pessoa física acaba gerando mais encargos para o contratante, que deve arcar com o INSS patronal de 20%. Ou seja, se um profissional pessoa física cobra R$ 1.000 por serviço, a empresa deverá arcar com o custo de R$ 200,00, sem descontar do contratado, o que totaliza R$ 1.200.</p>
<p>Isso não acontece quando uma empresa contrata uma pessoa jurídica. Nesta situação, o que deve existir é o Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (IRRF) e Contribuições Sociais Retidas na Fonte (CSRF), que são antecipações de tributos que variam de percentual conforme o tipo de atividade empresarial.</p>
<p>Fonte: Portal Contábeis.</p>
<p>Disponível originalmente no <a href="https://www.contabeis.com.br/noticias/52205/autonomo-saiba-quando-vale-a-pena-ser-pessoa-fisica-ou-juridica/?utm_source=destaque&amp;utm_medium=principal&amp;utm_campaign=Home" target="_blank">link</a>.</p>
<p>O post <a href="https://tkracontabilidade.com.br/autonomo-saiba-quando-vale-a-pena-ser-pessoa-fisica-ou-juridica/">Autônomo: saiba quando vale a pena ser pessoa física ou jurídica</a> apareceu primeiro em <a href="https://tkracontabilidade.com.br">TKRA</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>PMEs venderam R$ 1,2 bilhão pela internet no primeiro trimestre</title>
		<link>https://tkracontabilidade.com.br/pmes-venderam-r-12-bilhao-pela-internet-no-primeiro-trimestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[zweiarts]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jul 2022 13:42:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tkracontabilidade.com.br/?p=1248</guid>

					<description><![CDATA[<p>Vendas representam um crescimento de 20% em relação ao mesmo período de 2021.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Vendas representam um crescimento de 20% em relação ao mesmo período de 2021.</em></p>
<p>Segundo números da plataforma de e-commerce Nuvemshop, com 100 mil lojistas cadastrados, as pequenas empresas no Brasil atingiram R$ 1,2 bilhão em faturamento nos seis primeiros meses de 2022 com vendas pela internet, o que representa um crescimento de 20% em relação ao mesmo período de 2021.</p>
<p>“O crescimento do e-commerce neste primeiro semestre comprova que cada vez mais empreendedores estão investindo neste tipo de negócio, assim como o consumidor já incorporou as compras online em sua rotina”, explica Luiz Natal, gerente de desenvolvimento de plataforma da Nuvemshop.</p>
<p>Entre janeiro e junho de 2022, 21,8 milhões de produtos foram vendidos. Os pedidos tiveram um ticket médio de R$ 243,20, 10% acima dos R$ 219 do primeiro semestre de 2021. Moda foi o segmento que liderou as vendas no período, com R$ 471,1 milhões, seguido por Acessórios (R$ 97 milhões) e Saúde &amp; Beleza (R$ 87,4 milhões). Dentre os produtos mais vendidos, destacam-se: óculos de sol, boné, meia, perfume e vestido.</p>
<p>O estado que liderou as vendas online foi São Paulo, que registrou um faturamento de 612,7 milhões de reais.</p>
<p>Entre os cinco estados com maior faturamento de PMEs também estão Minas Gerais (128,1 milhões de reais), Rio de Janeiro (79 milhões de reais), Ceará (66 milhões de reais) e Santa Catarina (64,8 milhões de reais). Dos cinco, o estado que apresentou o maior crescimento em faturamento foi o Ceará, com aumento de 35,8% em relação ao ano passado.</p>
<h3>Datas comemorativas</h3>
<p>O mês em que os e-commerces mais faturaram foi em maio, período de muita relevância devido ao Dia das Mães, o que resultou em um faturamento de 232,9 milhões de reais no mês.</p>
<p>Na análise, foram consideradas as vendas realizadas entre janeiro e junho de 2021 e 2022, com base nos mais de 100 mil lojistas da Nuvemshop.</p>
<p>Fonte: Portal Contábeis</p>
<p>Disponível no <a href="https://www.contabeis.com.br/noticias/52282/pequenas-empresas-vendem-r-1-2-bilhao-pela-internet/?utm_source=destaque&amp;utm_medium=menor&amp;utm_campaign=Home" target="_blank">link</a>.</p>
<p>O post <a href="https://tkracontabilidade.com.br/pmes-venderam-r-12-bilhao-pela-internet-no-primeiro-trimestre/">PMEs venderam R$ 1,2 bilhão pela internet no primeiro trimestre</a> apareceu primeiro em <a href="https://tkracontabilidade.com.br">TKRA</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pela primeira vez, Justiça brasileira cumpre mandado de busca e apreensão no metaverso</title>
		<link>https://tkracontabilidade.com.br/pela-primeira-vez-justica-brasileira-cumpre-mandado-de-busca-e-apreensao-no-metaverso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[zweiarts]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jul 2022 13:34:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Plataformas de realidade virtual abrem novas fronteiras para a criminalidade e relatos de abusos e atividades ilícitas se tornam mais frequentes; britânica diz ter sofrido abuso em VR da Meta</p>
<p>O post <a href="https://tkracontabilidade.com.br/pela-primeira-vez-justica-brasileira-cumpre-mandado-de-busca-e-apreensao-no-metaverso/">Pela primeira vez, Justiça brasileira cumpre mandado de busca e apreensão no metaverso</a> apareceu primeiro em <a href="https://tkracontabilidade.com.br">TKRA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Plataformas de realidade virtual abrem novas fronteiras para a criminalidade e relatos de abusos e atividades ilícitas se tornam mais frequentes; britânica diz ter sofrido abuso em VR da Meta</em></p>
<p>O Ministério da Justiça e da Segurança Pública executou na última semana, pela primeira vez, um mandado de busca e apreensão no metaverso. A operação aconteceu no âmbito da quarta edição da Operação 404, que tem como alvo a pirataria digital.</p>
<p>A ação realizada em conjunto com a Polícia Civil de 11 estados da federação cumpriu 30 mandados de busca e apreensão contra suspeitos de transmitir ou viabilizar a veiculação de conteúdos protegidos pela lei de direitos autorais.</p>
<p>Onze pessoas foram presas, sendo quatro em cumprimentos de mandado de prisão temporária e sete em flagrante. Também foram tirados do ar 266 sites ilegais hospedados no Brasil, 53 baseados no Reino Unido e outros seis nos Estados Unidos.</p>
<p>Além disso, 700 aplicativos de streaming de conteúdo audiovisual e 461 aplicativos de música, contabilizando milhões de usuários ativos, foram bloqueados. Segundo o relato da operação, 300 aplicativos estavam programados para roubar dados dos usuários, como informações bancárias, senhas, fotos e e-mails.</p>
<p>Estimativas oficiais dão conta de que os prejuízos causados pelos crimes investigados chegam a R$ 366 milhões por ano e os suspeitos podem ser indiciados por associação criminosa e lavagem de dinheiro, podendo ser condenados de dois a quatro anos de prisão e multa, caso sejam julgados responsáveis pelos atos ilícitos.</p>
<h3>Ação no metaverso</h3>
<p>A quarta edição da Operação 404 registrou um fato inédito: o cumprimento até então inédito de um mandado de busca e apreensão no metaverso.</p>
<p>Segundo o coordenador do Laboratório de Operações Cibernéticas da Secretaria de Operações Integradas (Seopi), Alessandro Barreto, os criminosos criavam mapas e eventos no metaverso para cooptar interessados nos serviços de plataformas ilegais de conteúdos audiovisuais ou musicais.</p>
<p>Como o processo corre em segredo na Justiça, não foi possível obter mais detalhes sobre a ação inédita.</p>
<p>A primeira edição da Operação 404 foi deflagrada em 2019. Seu nome faz referência ao código de erro que informa que uma determinada página da web não foi encontrada ou não está disponível para visualização.</p>
<h3>Abuso sexual no &#8220;Horizon Venues&#8221;, da Meta</h3>
<p>A primeira experiência da psicoterapeuta britânica Nina Jane Patel, de 43 anos, no metaverso foi traumática a ponto de afetar sua percepção da realidade de forma profunda.</p>
<p>Depois de criar um avatar replicando suas características físicas reais, uma mulher loira em um rosto graciosamente sardento com grandes olhos azuis, Patel ingressou na plataforma de realidade virtual da Meta (ex-Facebook), &#8220;Horizon Venues&#8221; e foi imediatamente assediada por quatro avatares masculinos de forma ostensiva e violenta, conforme relatou em reportagem do UOL:</p>
<p>&#8220;Eles chegaram muito perto de mim, no início me assediando verbalmente. Depois, começaram a me assediar sexualmente, dizendo todos os tipos de insinuações sexuais possíveis. Então, apalparam e tocaram meu avatar de forma inadequada e passaram a me seguir. Eu dizia: &#8216;parem, por favor, parem&#8217;. Mas eles continuaram. Eles me acusaram de querer que eles me assediassem sexualmente, dizendo que essa era a razão pela qual entrei na plataforma e coisas como: &#8216;não finja que não está amando&#8217;. Aquilo estava cada vez mais surreal e entrei em pânico. Tudo isso durou cerca de 3 minutos. Foi muito agressivo, perturbador e bastante traumático. O que aconteceu comigo foi real.&#8221;</p>
<p>Ao ingressar no metaverso, o objetivo da psicoterapeuta era investigar os efeitos psicológicos e fisiológicos de ambientes imersivos virtuais sobre crianças e adolescentes de 8 a 16 anos. O abuso sexual a obrigou a buscar respostas sobre as razões de ter ficado traumatizada diante de um evento sem consequências diretas sobre a realidade e a sua integridade física.</p>
<p>Acabou concluindo que os ambientes virtuais reproduzem os mesmos padrões machistas internalizados por crianças e adolescentes durante o processo de formação de caráter:</p>
<p>&#8220;Assim como todas as mulheres, fui condicionada a evitar o assédio sexual. Diziam para não usar saias curtas e que as ruas não são seguras — se ando sozinha e sou atacada, a culpa é minha porque escolhi estar naquele ambiente. Meu cérebro, por estar condicionado a isso, assumiu que fiz algo de errado. Ou que olhei para eles da maneira errada e escolhi o avatar errado. Isso é bastante parecido com outros assédios sexuais&#8221;.</p>
<p>Após relatar a experiência em uma postagem em seu blog pessoal sob o título de Reality or Fiction? (&#8220;Realidade ou Ficção?&#8221;), ela passou a ser atacada sob acusações de ser &#8220;louca e histérica&#8221;. Aqueles que a criticavam diziam que um ato daquela natureza em um ambiente virtual não poderia ser configurado como uma agressão, replicando argumentos muitas vezes utilizados para justificar atos de abuso sexual na vida real.</p>
<p>De fato, os limites entre o metaverso e a realidade são tênues e os efeitos de experiências traumáticas podem ser igualmente perturbadores, afirmou a psicoterapeuta britânica:</p>
<p>&#8220;Essa tecnologia é projetada para replicar a realidade em termos de imersão, presença e corporificação. Essas são técnicas psicológicas para que meu cérebro aceite o mundo virtual como real, e é isso que torna o metaverso tão atraente. O avanço foi tanto que as linhas entre o mundo real e o virtual ficaram borradas.&#8221;</p>
<p>O estupro sofrido no ambiente virtual não teve desdobramentos criminais no mundo real, pois Patel não foi capaz de utilizar as ferramentas disponibilzadas pela Meta para denunciar os agressores e, consequentemente, identificá-los.</p>
<p>A empresa reagiu à divulgação da ocorrência com uma nota oficial explicativa direcionada ao público em geral e não à vítima da agressão, em que dizia:</p>
<p>&#8220;Lamentamos que isso tenha ocorrido, queremos que todos tenham uma experiência positiva no Horizon Venues [plataforma utilizada por Nina], e que facilmente encontrem as ferramentas de segurança disponíveis para ajudá-los (ferramentas que também nos permitem investigar e agir). O Horizon Venues deve ser seguro e estamos comprometidos a construí-lo dessa forma. Continuaremos a realizar melhorias a medida que aprendemos mais sobre como as pessoas interagem nesses espaços, principalmente quando se trata em ajudar as pessoas a reportarem situações de forma fácil e confiável.&#8221;</p>
<p>A resposta provocou desconforto na psicoterapeuta, que disse duvidar que a segurança e o bem-estar das mulheres esteja entre as prioridades da Meta para o desenvolvimento de sua plataforma de realidade virtual. Portanto, cabe aos usuários construir um ambiente saudável, afirmou:</p>
<p>&#8220;Essa resposta para mídia adicionou a possibilidade de estabelecer limites pessoais, o que evita algum nível de assédio físico ao avatar, mas não evita a agressão verbal. Todo tipo de palavra que buscamos hoje na internet está moldando o futuro do metaverso. Cada transação online, cada plataforma, cada conversa que se desenvolve nas mídias sociais também está moldando o futuro das realidades virtuais. Precisamos nos tornar mais conscientes disso e reavaliar nossas próprias relações pessoais com a tecnologia.&#8221;</p>
<p>Recentemente, a Meta se juntou a outras empresas do setor de tecnologia para criar o &#8220;Metaverse Standards Forum&#8221; (MSF). No documento divulgado a partir do anúncio da formação do consórcio, as 35 empresas signatárias comprometem-se a criar uma infraestrutura comum para os ambientes virtuais imersivos emergentes. No entanto, não há menção a normas de conduta pertinentes aos usuários.</p>
<p>Fonte: Exame</p>
<p>Disponível originalmente no <a href="https://exame.com/future-of-money/pela-primeira-vez-justica-brasileira-cumpre-mandado-de-busca-e-apreensao-no-metaverso/?utm_campaign=newsletter_99__oxygen_club&amp;utm_medium=email&amp;utm_source=RD+Station">link</a>.</p>
<p>O post <a href="https://tkracontabilidade.com.br/pela-primeira-vez-justica-brasileira-cumpre-mandado-de-busca-e-apreensao-no-metaverso/">Pela primeira vez, Justiça brasileira cumpre mandado de busca e apreensão no metaverso</a> apareceu primeiro em <a href="https://tkracontabilidade.com.br">TKRA</a>.</p>
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		<title>&#8220;Atlas dos pequenos negócios&#8221;: Sebrae prepara raio-x das PMEs no país</title>
		<link>https://tkracontabilidade.com.br/atlas-dos-pequenos-negocios-sebrae-prepara-raio-x-das-pmes-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[zweiarts]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jul 2022 14:53:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em comemoração aos 50 anos de existência, Sebrae lança estudo sobre o perfil dos pequenos negócios e empreendedores do Brasil</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em comemoração aos 50 anos de existência, Sebrae lança estudo sobre o perfil dos pequenos negócios e empreendedores do Brasil</em></p>
<p>Em comemoração aos seus 50 anos de existência, o <strong>Sebrae</strong> decidiu lançar um estudo inédito sobre o cenário do <strong>empreendedorismo</strong> brasileiro. A pesquisa busca traçar o perfil dos donos de pequenos negócios no país, de suas principais características pessoais e motivações a renda média gerada pelos negócios.</p>
<p>O &#8220;Atlas dos Pequenos Negócios&#8221; será divulgado nesta terça-feira, em evento presencial organizado pelo Sebrae na sede da instituição, em Brasília, e também por transmissão online.</p>
<p>Entre os dados apresentados no panorama estará a renda média de empreendedores do país e a dependência de pequenos empresários das rendas mensais obtidas com o negócio. Segundo o Sebrae, cerca de <strong>11 milhões de empreendedores dependem exclusivamente dos recursos da empresa para sobreviver.</strong></p>
<p>Do lado da geração de renda, a instituição antecipa que as PMEs movimentam cerca de R$ 416 bilhões anualmente.</p>
<h3>A importância das PMEs</h3>
<p>As PMEs compõem grande parte da força de trabalho e econômica do Brasil. Segundo o Ministério da Economia, juntas, as micro e pequenas empresas representam <strong>99% dos negócios brasileiros, </strong>além de deter 30% do produto interno bruto (PIB) do país.</p>
<p>Elas também são responsáveis pela maior parte dos empregos formais abertos no país, especialmente em 2022. Nos primeiros quatro meses do ano, sete em cada dez vagas foram criadas por PMEs, algo como 76% do total, de acordo com um levantamento do Sebrae, com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia.</p>
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		<title>MEI pode regularizar atraso na declaração ao Simples Nacional</title>
		<link>https://tkracontabilidade.com.br/mei-pode-regularizar-atraso-na-declaracao-ao-simples-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[zweiarts]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 13:59:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[MEI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Multa será de até 20% do valor dos tributos declarados</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Multa será de até 20% do valor dos tributos declarados</em></p>
<p>O microempreendedor individual (MEI) que não entregou no prazo a Declaração Anual Simplificada para o MEI (DASN-Simei) ainda pode regularizar a situação e enviar o documento. No entanto, pagará multa de 2% ao mês, com valor mínimo de R$ 50 e máximo de 20% sobre o valor total dos tributos declarados.</p>
<p>Tradicionalmente, o prazo de entrega da declaração do MEI acaba em 31 de maio de cada ano. Em 2022, no entanto, a data limite foi estendida para 30 de junho.</p>
<p>A guia de pagamento da multa é emitida automaticamente após a declaração ser transmitida. A Receita Federal orienta todo MEI que atuou em qualquer período de 2021 a enviar o documento, mesmo com o pagamento da multa, para evitar transtornos.</p>
<p>Enquanto não entregar a declaração, o MEI não conseguirá gerar o documento de arrecadação do Simples Nacional (DAS) e ficará devedor com o sistema de pagamento simplificado de tributos. Além disso, o empreendedor pode ter os benefícios previdenciários bloqueados pela falta do pagamento das contribuições devidas e ficar impossibilitado de parcelar os débitos relativos ao período abrangido pela declaração.</p>
<p>Para preencher a declaração do MEI, é preciso acessar o serviço do <a href="https://www8.receita.fazenda.gov.br/SimplesNacional/Aplicacoes/ATSPO/dasnsimei.app/Identificacao" target="_blank">DASN-Simei</a>, disponível no portal do Simples Nacional, informar o CNPJ da empresa e clicar em avançar. Todo o processo é feito pela internet.</p>
<p>As principais informações a serem apresentadas são as receitas obtidas durante o ano, segundo os diferentes tipos de atividades, como comércio, indústria e prestação de serviços. O microempreendedor que estava ativo, mas não faturou no ano passado, deve preencher o valor R$ 0,00 e concluir a declaração. Quem contratou empregado em 2021 deve marcar sim no campo que aparece no formulário.</p>
<p>Depois disso, o programa listará os pagamentos mensais de tributos feitos no ano passado. Após transmitir a declaração, o contribuinte obtém o recibo, que deverá ficar guardado por cinco anos. No caso da entrega fora do prazo, é automaticamente gerada a multa referente ao atraso.</p>
<h3>Enquadramento</h3>
<p>Podem ser enquadradas como MEI as empresas individuais com faturamento até R$ 81 mil por ano (R$ 6.750 por mês). Acima do teto, a pessoa jurídica é enquadrada como microempresa.</p>
<p>Na condição de participante do Simples Nacional, o microempresário é obrigado a recolher mensalmente o documento de arrecadação simplificada do microempreendedor individual, que unifica numa guia a contribuição de 5% do salário mínimo para a Previdência Social e o pagamento de R$ 1 de Imposto sobre Serviços, caso o autônomo atue nesse ramo, ou de R$ 5 de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), caso o profissional atue no comércio. Existe, ainda, a nova figura do MEI-Caminhoneiro, com alíquotas próprias de contribuição.</p>
<p>Segundo o Painel <a href="https://www.gov.br/governodigital/pt-br/mapa-de-empresas/painel-mapa-de-empresas" target="_blank">Mapa de Empresas</a>, da Secretaria Especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia, há 13.598.106 empresários individuais no país, de um total de 19.381.597 empresas ativas. Isso equivale a 70% do total de negócios em operação no Brasil.</p>
<p>Fonte: FENACON</p>
<p>Disponível originalmente no <a href="https://fenacon.org.br/noticias/mei-pode-regularizar-atraso-na-declaracao-ao-simples-nacional/" target="_blank">link</a>.</p>
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		<title>Lucro do FGTS deve ser pago em agosto; entenda como funciona</title>
		<link>https://tkracontabilidade.com.br/lucro-do-fgts-deve-ser-pago-em-agosto-entenda-como-funciona/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[zweiarts]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jul 2022 13:29:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Área Trabalhista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O lucro do FGTS é pago aos trabalhadores com contas ativas e inativas.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O lucro do FGTS é pago aos trabalhadores com contas ativas e inativas.</em></p>
<p>Até o final de agosto, trabalhadores com conta no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) deverão receber uma parcela dos lucros obtidos em 2021.</p>
<p>Neste ano, o valor que será distribuído ainda não foi definido. No ano passado, o valor aprovado de repasse foi de mais de R$ 8,12 bilhões aos trabalhadores.</p>
<p>A quantia a ser repassada em 2022 vai ser definida pelo Conselho Curador do FGTS. Mas, antes disso, é preciso que sejam aprovadas as demonstrações financeiras consolidadas do fundo em 2021.</p>
<p>Segundo nota do Ministério do Trabalho e Previdência, está prevista uma reunião extraordinária para este mês de julho para discutir sobre as Demonstrações Financeiras de 2021, e outra em agosto para definir a Distribuição de Resultados.</p>
<p>A distribuição do lucro deve ocorrer até 31 de agosto, de acordo com a lei. O pagamento é feito &#8220;mediante crédito nas contas do FGTS que tinham saldo 31 de dezembro de 2021.</p>
<p>A rentabilidade do FGTS é fixa, de 3% ao ano, porém, desde 2017 os trabalhadores recebem parte dos lucros do Fundo de Garantia, que resultam dos juros cobrados de empréstimos a projetos de infraestrutura, saneamento e crédito da casa própria.</p>
<p>A distribuição melhora o rendimento dos recursos depositados no fundo.</p>
<p>Vale destacar que o recebimento de parte do lucro do FGTS pelos trabalhadores não muda as regras para saque dos valores. As retiradas só podem ser feitas nas condições fixadas em lei, como demissão, aposentadoria, saque aniversário, compra da casa própria, entre outras modalidades de saque.</p>
<h3>Quanto cada trabalhador irá receber dos lucros do FGTS?</h3>
<p>O repasse será distribuído de forma proporcional ao saldo das contas vinculadas no dia 31 de dezembro de 2021. Quanto maior o saldo, maior o lucro recebido.</p>
<p>No ano passado, por exemplo, o índice aplicado sobre o saldo das contas em 31 de dezembro de 2020 foi de &#8220;0,01863517&#8221; ou de 1,86%.</p>
<p>É possível consultar o saldo do FGTS e o valor do crédito no extrato de sua conta vinculada por meio do aplicativo FGTS, no site da CAIXA (fgts. caixa.gov.br) e no Internet Banking CAIXA, para os clientes do banco.</p>
<p>A Caixa disponibiliza ainda os seguinte telefones de contato: 3004-1104 (capitais e regiões metropolitanas) ou 0800-726-0104 (demais regiões).</p>
<p>Fonte: Portal Contábeis.</p>
<p>Disponível no <a href="https://www.contabeis.com.br/noticias/52124/lucro-do-fgts-veja-quando-vai-ser-pago-e-quem-tem-direito/?utm_source=lista&amp;utm_medium=menores&amp;utm_campaign=Home" target="_blank">link</a>.</p>
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		<item>
		<title>Semana de 4 dias, tênis, home office: empresas mantêm mudanças trazidas pela pandemia</title>
		<link>https://tkracontabilidade.com.br/semana-de-4-dias-tenis-home-office-empresas-mantem-mudancas-trazidas-pela-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[zweiarts]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jul 2022 14:27:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Área Trabalhista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tkracontabilidade.com.br/?p=1234</guid>

					<description><![CDATA[<p>Distanciamento social provocado pelo coronavírus mostrou que certas regras profissionais não são essenciais. Com isso, muitos escritórios adotaram novo estilo de trabalhar</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Distanciamento social provocado pelo coronavírus mostrou que certas regras profissionais não são essenciais. Com isso, muitos escritórios adotaram novo estilo de trabalhar</em></p>
<p>Se em 2019 alguém falasse que trabalha quatro dias na semana e folga três, você acharia que isso só acontece na Suécia ou qualquer outro país superdesenvolvido.</p>
<p>Levar o cãozinho para o escritório – ou simplesmente não ir até ele – usar chinelo, tênis e roupas mais casuais, escolher que beneficio quer receber – tudo isso parecia muito distante.</p>
<p>Mas a pandemia de Covid-19 trouxe essa nova realidade que muitas empresas passaram a adotar naturalmente. E o que parecia que nunca ia dar certo, hoje é estratégia para atrair novos talentos e reter os profissionais na companhia.</p>
<p>“Com o trabalho em casa que a pandemia forçou, as pessoas aprenderam que elas podem ser até mais produtivas sem seguir tantas regras que eram consideradas essenciais”, diz Caroline Marcon, professora de gestão estratégica de pessoas e liderança da Fundação Getulio Vargas (FGV) e consultora organizacional.</p>
<p>A primeira a cair foi a regra de que trabalho à distância não funciona. Mas vieram abaixo outras também. Confira o que mudou:</p>
<h3>Home office para sempre</h3>
<p>A startup Daki, de compras de supermercado com entregas rápidas criada em janeiro do ano passado, quando a vacinação nem tinha começado ainda. Até hoje, a empresa não tem – e nem nuca teve – uma sede física ou escritório para os funcionários administrativos. E já são 280 nessa condição.</p>
<p>Quando é preciso se encontrar, eles usam uma sala na primeira dark store da marca, em Pinheiros, São Paulo. “Fizemos uma pesquisa interna e a maioria das pessoas prefere continuar assim, se encontrando só quando precisa, sem regra de ir tal dia para tal lugar”, diz Andreza Venício, diretora de recursos humanos da empresa.</p>
<p>Para ela, a lição aprendida pelas empresas é que não é preciso controlar o trabalho dos funcionários. “Ao contrário, ao se estabelecer uma relação de confiança, deixando claro os objetivos, as tarefas, os prazos, o trabalho flui melhor.” Tanto é que hoje, muita gente não aceita trabalhar se não for à distância.</p>
<h3>Semana de quatro dias</h3>
<p>E já imaginou trabalhar de casa e só quatro dias na semana? É isso que empresas como a marca de acessórios para pets Zee.Dog e a empresa de software para marketing Winnin fizeram.</p>
<p>“Adotamos a semana de quatro dias em março de 2020 e fomos a primeira empresa brasileira a testar o modelo. Pausamos temporariamente com o início da pandemia, pelo cenário incerto daquele momento, mas retomamos em 2021”, conta Thadeu Diz, co-fundador e diretor criativo da Zee.Dog.</p>
<p>Na Winnin, a ideia veio da organização do trabalho durante a pandemia. Com o “home office”, a empresa percebeu que perdia menos tempo com reuniões desnecessárias.</p>
<p>“Não adianta querer fazer o trabalho de cinco dias em quatro. É preciso organizar tudo antes”, diz Gian Martinez, presidente da empresa carioca. A Winnin diminuiu o número de reuniões e a duração das que ainda acontecem.</p>
<p>E rituais que faziam as pessoas perder tempo no trabalho – como o trânsito, a hora de almoço, o cafezinho – a própria pandemia se encarregou deles. Assim, toda sexta-feira é folga para os 75 funcionários da companhia que tem sete anos no mercado.</p>
<p>E está dando certo? “Nossa receita triplicou em 2021 e queremos triplicar de novo este ano”, diz Martinez. Na Zee.Dog, onde as folgas acontecem às quartas-feiras, Thadeu Diz afirma que houve um ganho de colaboração e engajamento.</p>
<p>“A iniciativa precisava funcionar para toda a empresa. Então os times passaram a se ajudar mais para que as entregas fossem feitas com a qualidade necessária e em menos tempo”, avalia.</p>
<h3>Roupa social nunca mais</h3>
<p>Salto alto, calça social, camisas bem passadas, cinto com a letra inicial do nome. Tudo isso agora é símbolo de uma empresa que está no passado.</p>
<p>“O que as pessoas querem é conforto. Você olha para os funcionários de grandes empresas agora e eles não estão mais de terno e gravata. Estão de tênis, com roupas de cortes amplos, de tecidos como moletom, viscose”, diz Isac Silva, estilista de moda.</p>
<p>A consultora Caroline Marcon concorda. Quando uma pessoa se veste, ela quer comunicar algo. “Hoje, se você usa o social de antes, com salto alto, terno, quer dizer que você está seguindo um padrãozinho. Quem veste algo diferente, mostra que tem mais autonomia. E hoje esse é um valor muito importante para as empresas.”</p>
<p>Usar peças de grifes menores, da própria cidade, e não roupas de grandes marcas, o fast-fashion de lojas de shopping, também é uma tendência, segundo Isac. “Mostra mais personalidade.”</p>
<h3>Vale-alimentação ou vale-internet?</h3>
<p>Na empresa Listo, de tecnologia para o mercado financeiro, os funcionários agora podem escolher que benefícios querem ter. Alguns continuam conforme a obrigatoriedade de cada categoria profissional. Mas o funcionário pode escolher ter vale-internet em vez de vale-refeição.</p>
<p>Pode aumentar a categoria do seu plano de saúde e diminuir a de outro benefício. “O trabalho mudou. Então não fazia mais sentido oferecer os mesmos benefícios de sempre, iguais para todo mundo”, diz Olavo Cabral Netto, fundador e presidente da empresa, que tem 700 funcionários.</p>
<h3>Mais verde e sol</h3>
<p>As empresas que precisam ter um escritório estão apostando em um ambiente mais acolhedor, com plantas e luz natural, segundo a arquiteta Andréa de Paiva, arquiteta especialista em neuroarquitetura e idealizadora do projeto Neuro AU.</p>
<p>Paiva estuda como, por exemplo, a luz branca artificial da maioria dos escritórios pode afetar, no longo prazo, a saúde das pessoas. “Muitas empresas não estão só mais preocupadas no conforto ergonômico dos funcionários. Elas estão pensando na saúde e no bem-estar deles no longo prazo. A luz branca, por exemplo, afeta o sono”, diz ela.</p>
<p>Antes da pandemia, lembra a arquiteta, os profissionais se deslocavam de casa para a empresa e vice e versa – e nesse período estavam expostas à luz natural. “O impacto da luz natural nos olhos, faz o cérebro produzir serotonina. Sem isso, com o ‘home office’ e a predominância da luz artificial nos ambientes, o sono fica prejudicado e pode haver mais predisposição à depressão”, afirma. Por isso os escritórios mais inovadores têm iluminação natural, janelas abertas e muito verde.</p>
<p>Para quem trabalha em casa, ela diz que é importante delimitar onde é espaço profissional e onde é de descanso – para um não invadir o outro – e a pessoa acabar se sentir cansada e pressionada na própria casa. Um tapete, uma cor diferente na parede, tudo isso ajuda a definir onde é espaço para o trabalho e onde é área de descanso. Plantas por perto é até velas ajudam a espairecer o cérebro.</p>
<h3>E massagem também!</h3>
<p>No escritório da Alpargatas em São Paulo, a fabricante da Havaianas, resolveu fazer uma pesquisa para saber como os 400 funcionários queriam que o ambiente fosse na volta ao presencial (a empresa está no modelo híbrido).</p>
<p>“Por sugestão dos funcionários, implantamos uma sala com massagem, iluminação e música para garantir o bem-estar”, conta José Roberto Daniello, principal executivo de gestão de pessoas da empresa, onde mesmo antes da pandemia já era permitido ir trabalhar de chinelos.</p>
<p>As chamadas “salas de descompressão”, como ficaram conhecidas no início dos anos 2000, não são uma novidade. Mas agora, com o nome de salas de bem-estar, elas combinam mais com a filosofia das empresas, de que as pessoas necessitam se sentir bem no trabalho. “O escritório precisa ser um ambiente de colaboração entre as pessoas”, diz Daniello. Com a nova sala, segundo ele, as pessoas estão mais alegres e interagem melhor.</p>
<h3>Sai a fofoca…</h3>
<p>Esse é um costume que deve entrar em desuso com a nova configuração do trabalho, segundo Caroline Marcon. Em companhias onde as pessoas estão mais focadas no trabalho, com mais eficiência para aproveitar melhor o tempo restante com a família e a vida pessoal, a fofoca perde o sentido.</p>
<h3>…e entram os pets</h3>
<p>Na sede da Nestlé, em São Paulo, os funcionários podem levar seus pets todos os dias para a empresa. O Brasil é o primeiro mercado da Nestlé na América Latina a implementar esse projeto que nasceu nos Estados Unidos.</p>
<p>Fonte: CNN Brasil</p>
<p>Disponível no <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/business/semana-de-4-dias-tenis-home-office-empresas-mantem-mudancas-trazidas-pela-pandemia/" target="_blank">link</a>.</p>
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